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1 Comentários

Ocimar G. Olivetti Filho21/09/2011 15:07

Rigidez,
Surpreendeu me este posicionamento adotado pelo referido conselho, que deveria “olhar” o sujeito em sua totalidade e ao mesmo tempo compreender os processos patológicos em saúde mental. Primar pela liberdade, não segregação e direitos humanos é dever, é básico, é essencial. Agora, excluir e/ou minimizar um processo patológico, que impossibilita um dependente de crack, por exemplo a ter discernimento do certo-errado, justo-injusto, dentre outras regras sociais e ou morais e inseri-lo “atrás” desta bandeira do respeito e humanidade para deixá-lo morrer na rua, num mocó, em meio a sua insanidade seria direito humano? Ou seria transferir esta responsabilidade de “posse” ou “responsabilidade” para o traficante? para o submundo? Não internar compulsoriamente dependentes de drogas como o crack, na maioria das vezes é entregá-los para outros “atores sociais” de forma direta, trazendo um sentimento de despreocupação e alívio para toda a sociedade, que: “respeitou o direito deste indivíduo” (Hipocrisia). Tive oportunidade em transitar em ambos os cenários, internamento e ambulatório, e acredito que quem não trabalhou neste meio, dificilmente consegue entender como se configura o tratamento para dependentes químicos, e infelizmente acaba adotando posturas extremistas como esta do CFP e outros profissionais pouco informados (técnica e empiricamente). Investir na ampliação da rede de apoio para tratamento das toxicomanias é meta e já vem sendo realizada pelos órgãos compententes. O que não se deve abrir mão, como alguns países europeus fizeram e estão tendo que retroceder é o extremismo e a marginalização das unidade de atendimento integral (internamento).
Infelizmente, em momentos como este a nossa profissão acaba retrocedendo em suas pesquisas, cientificidade e objetividade frente ao fenômeno psicológico e psicopatológico.

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