Petição

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  Ministro Padilha: diga não à política pública de internação compulsória de usuários de crack O Conselho Federal de Psicologia apoia a petição da Frente Nacional  Drogas e Direitos Humanos (FNDDH)! Assine e ajude a divulgar a petição: A internação compulsória em massa tem sido apresentada como uma solução para os problemas decorrentes do consumo abusivo de crack. A opção por essa política não encontra amparo na literatura da saúde e é uma afronta aos direitos constitucionais. O Ministro da Saúde ainda não se posicionou claramente sobre isso. Em seu discurso de posse, em janeiro de 2011, o Ministro Alexandre Padilha afirmou que o combate ao crack não poderia fazer com que as pessoas perdessem sua autonomia e o contato com o espaço social. Até agora, apesar de declarações de técnicos do Ministério da Saúde contra as políticas de internação compulsória, o ministro Padilha ainda não manifestou com suficiente clareza a sua posição em relação a este assunto. Quando perguntado sobre internação compulsória, o Ministro tem respondido que a lei prevê a internação involuntária. A internação involuntária de usuários problemáticos de substâncias pode ser eventualmente necessária, mas é excepcional e decidida caso a caso, por equipes de saúde. A internação compulsória só pode ser definida pela Justiça, e, portanto, exige o exame individualizado e respeito aos trâmites do Poder Judiciário. Ela não pode, portanto, ser uma política de aplicação genérica ou, pior, ser feita em massa, sob determinação exclusiva do Poder Executivo. O próprio Ministério da Saúde – por meio da Área Técnica de Saúde Mental – tem oferecido alternativas de financiamento para a implementação de ações em rede que levam em consideração os direitos e as complexas demandas de saúde dos cidadãos que fazem uso problemático de crack. Ao não se manifestar claramente contra a internação compulsória em massa, o ministro nos leva a supor que sofre pressões estranhas aos consensos técnicos e aoordenamento jurídico que devem sustentar as decisões na área da saúde. Em nome de seu compromisso com a Saúde e a Justiça, solicitamos ao Ministro da Saúde que sustente claramente sua posição histórica contra a internação compulsória como política pública, pois, caso contrário, sinalizará um perigoso apoio a práticas higienistas, obscuras, inefetivas, discriminatórias e, notadamente, ilegais. Se você concorda que esse posicionamento é importante, ajude-nos a deixar isso claro para o Ministro, assinando e divulgando esta petição. Clique aqui para assinar. —— Instituições Apoiadoras • Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos (FNDDH) • Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos – RJ (FEDDH-RJ) • Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos – SP (FEDDH-SP) • Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME) • Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos (ABESUP) • Núcleos Sorocaba, UNESP Assis e Sobral da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO) • Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP) • Coletivo Desentorpecendo a Razão (DAR) • Instituto Plantando Consciência • Centro Regional de Referência em Educação na Atenção ao Usuário de Drogas de Sorocaba • Grupo de Pesquisa de Saúde Coletiva e Saúde Mental: Interfaces (UNICAMP) • Grupo de Pesquisa Saúde Mental e Sociedade (UFSCar) • Paralaxe: Grupo Interdisciplinar de Estudos, Pesquisas e Intervenções em Psicologia Social Crítica (UFC) • NEPS – Núcleo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (UERJ) • Grupo Babel – Saúde Mental na Atenção Primária • Projeto Transversões – Projeto Integrado de Pesquisa e Extensão “Saúde mental, desinstitucionalização e abordagens psicossociais” (UFRJ) Se você faz parte de uma instituição que tem interesse em figurar como apoiadora desta petição ou deseja entrar em contato conosco, envie um email para internacao.compulsoria.nao@gmail.com

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28 Comentários

Maria Anita Soares18/11/2011 7:47

Trabalho em uma CT e acredito no meu trabalho e nos milhares de internos recuperados que passaram pela CT, pela democracia voces deveriam perguntar aos demais psicologos se eles estão de acordo com este manifesto antes de levá-lo a publico, me sinto lutando contra o Conselho que deveria me apoiar. Não acho justo

Cristiane December 21 2012 08:36 am

Também trabalho em CT e no momento não temos internação compulsória. Não sou contra internação, pois ás vezes é necessário internar um paciente desta forma para que outro momento se de em conta que necessita de tratamento a fim de minimizar os problemas com a família. O que me dececiona um pouco é que a maioria das pessoas que compreendem a situação trabalham na área ou tem casos na família. Outras pessoas apenas pensam nos direitos e não em que é neecessário fazer para auxiliar estas pessoas no momento inserido.

Bárbara25/11/2011 18:55

Manifestamos contra a generalização dos mandados de segurança para internar os usuários, porém estamos fazendo o mesmo, quando generalizamos que as CTs são locais de sofrimento. Por que não lutar pela profissionalização das Comuindades Terapêuticas, da inclusão dessas na rede existente, na FISCALIZAÇÃO e AVALIAÇÃO dessas, da importância de um plano terepêutico que inclua, cuide, proteja, produza cidadania e sujeitos potentes.

MARIA RISONEIDE05/12/2012 9:20

A questão é tão simples, refere-se aos direitos humanos. Quando as ações não diz respeito a nós mesmos enquanto pessoa e quando não estamos incluidos, fica facil julgar. Somos falhos porque pensamos apenas em obter vantagens. Pensem que as pessoas que estão nesta situação são vitimas de uma situação politico-economica onde as politicas públicas se levadas a sério como deveria, sem desvios, o nosso país seria rico não só em cultura e diversificações, mas em pessoa, em humanidade, em verdade, em cidadania, seria rico em ser para o povo aquilo que sempre buscou. É isto, não adianta discursões cheias de disse me disse, de palavras cultas, de burocracias, devemos buscar a efetivação das politicas que estão ai ricas de prossionais competentes e recursos públicos, mas que infelismente fica dificil quando não acontece. A presidenta dilma estar realizando um trabalho exelente, falta chegar a população assim como a mesma determina e é aprovado no senado e câmara.

Dário05/12/2012 12:28

Pela minha experiência percebi que nem toda Comunidade Terapêutica é "do mal". Há aquelas que desenvolvem um trabalho sério, que traz resultados. A Casa São Pio, ligada ao Shallom é um exemplo disso. Muitas, porém, apresentam diversas irregularidades, que precisam ser vistoriadas e corrigidas.
Por outro lado, os CAPS, sejam AD's, Gerais e Infantis, também desrespeitam, em muitos momentos, os direitos dos usuários. Mereceriam serem vistoriados também. As contas das prefeituras precisam ser auditoradas. Afinal, porque tanto dinheiro está sendo direcionado para as CT's enquanto boa parte dos CAPS estão sucateados?
Defendo a política do CAPS e considero que as CT's não são a melhor opção, mas também acho que é hipocrisia criticas as Comunidades Terapêuticas desconsiderando o descaso pelo qual as políticas de Saúde Mental vem passando.

Fernando Beserra06/12/2012 12:51

Parabéns ao CFP. Tem tratado a temática como ela merece, ou seja, respeitando a Reforma Psiquiátrica e toda a história de sofrimento que foi produzida pelas centenas de milhares de internações involuntárias e cronificantes já ocorridas no Brasil.

Sabemos que muitas delas continuam ocorrendo em CTs, o que não significa dizer que toda e qualquer CT realize isso. Entretanto, é fundamental a colocação feita de que o dinheiro público deve ir a órgãos públicos e, logo, respeitar a Política da Redução de Riscos e Danos adotada pelo Ministério da Saúde. O debate sobre a temática é quente e no Brasil ainda há muito o que fazer.

De qualquer forma, se não houver investimento público, mesmo que seja adotado um modelo éticamente coerente como a redução de danos, ela não pode alcançar o efeito desejado se não tivermos o número de profissionais adequado à demanda e, especialmente, ao trabalho de rua que vá até os usuários e crie os consultórios de rua, os espaços de promoção de saúde.

Abraços,

Arsanjo Paul Colaço08/12/2012 10:37

Mais do que argumentar é preciso mostrar resultados
Leia mais em : http://www.accte.org.br/blog/?page_id=632
Dica: Conheçam também os 13 princípios do NIDA em http://www.accte.org.br/blog/?p=662
Boa leitura, precisando de mais informações, estamos a disposição.
Abraço a todos
Arsanjo Paul Colaço

Cristina Pressutto10/12/2012 19:09

Então a petição não deveria ser contra a internação e sim para que haja fiscalização maior nestes serviços e que possa ter continuidade trabalhos sérios e que não há nada de desumano, pois é direitos humanos deixar seu filho "zumbizando" pelas ruas fazendo atrocidades contra outros seres humanos,, tudo porque ele quer conseguir outra pedra para fumar? Eu por trabalhar com dependência química há alguns anos, sei que os adictos quando estão em uso não conseguem para e nem pedir ajuda, tratamento com conscientização e amor dá certo, e internações sérias possuem grandes índices de recuperação. Acredito que deveria ser revisto este conceito de vocês e repensada a abordagem de humanização nestes serviços.

Tiago12/12/2012 7:22

Gostaria de contribuir com esta discussão propondo ao CFP, que investigasse para fins de melhoria e aprimoramento, a atuação dos psicólogos nas Comunidades Terapêuticas. Muitos são impedidos de colocar em prática seus conhecimentos e lavar a comunidade a sua ética, por pressão de funcionários de outra classe ou dos proprietários desqualificados destas empresas. A falta de outras oportunidades de trabalho também torna o psicólogo refém de algumas condutas, para preservar seu emprego e consequentemente a renda da sua família. Acredito que o incentivo a abertura novos postos de trabalho para psicólogos deveria ser prioridade para o CFP.

Augusta January 30 2013 21:34 pm

Concordo com vc quando fala da pressão que o profissional tem para realizar seu trabalho dentro da responsabilidade e ética profissional na abordagem de tratamento, pois geralmente as CTs são administradas por proprietários desqualificadas e que julgam conhecer todo o processo pelo qual o residente passa, isso claro não os desqualificando como pessoas , penso que cada um tem que ter a sua função e responder por ela.. É até irônico então essas Cts funcionariam por elas proprias, sem profissionais especializados pois eles são um pouco de tudo (médico, psicólogo, conselheiro, administrador etc..) e tudo de nada,se consideram o dono do saber e se adentram dentro da área que é especifica do profissional com o lema "eu sou o proprietário" e com isso desqualifica o trabalho prestado ao residente. É uma luta diária para o profissional desenvolver seu trabalho dentro da ética. Mas não desanimemos...

Cristiane21/12/2012 8:42

Não me leva á mal, mas poucas comunidades terapeuticas foram avaliadas para fazer o relatório, o que resultou em questões que foram generalizadas. Trabalho em CT e apenas aconcelhamos os internos, eles não permanecem por serem precionados. Outras comunidades devem ser fiscalizadas com um entendimento do funcionamento geral das CTs, considerando o trabalho multidisciplinar inserido.

Diane24/12/2012 10:52

Estar contra essa prática (internação compulsória) me parece bastante relevante, haja vista um passado muito recente na saúde mental que vem sendo superada a cada dia na medida do possível. Porém eu enquanto profissional de um abrigo no município do RJ que recebe essa clientela conheço de perto essa realidade e honestamente não vejo essa saída tão absurda assim… O usuário compulsivo de crack perde seu vínculo familiar _ que por sua vez se sente na maioria das vezes impotente e adoecido_, suas principais referências de convívio social, perdendo ainda a sua capacidade pela escolha do tratamento, vivendo em função de uma drogadição que leva à prostituição, ao adoecimento (DST e HIV sobretudo), colocando ainda em risco a vida de terceiros. É preciso dar um basta nisso!!! É preciso que haja uma saída rápida para ao menos começar a resolver esse problema que é SOCIAL e não é uma mera conjectura e nem tampouco um assunto que deva permanecer no campo dos estudos e dos achismos… ISSO É MUITO GRAVE E PRECISA SER COMBATIDO DE QUALQUER JEITO!!! Neste caso o DIREITO HUMANO está em dar a alguém algo que ele mesmo não é capaz de oferecer a si: A PRESERVAÇÂO DE SUA VIDA!!!

Janaina Del Cielo January 29 2013 15:27 pm

Otima colocação Diane!! Internação compulsória quando somada à Politicas Públicas de Prevenção ao Uso de drogas podem ser um ótimo começo de intervenção eficaz para este problema tao sério em nosso país. Claro, aqui falo de internação compulsória a quem realmente dela necessitanas condições específicas de cada individuo. Acredito que estamos aqui também falando de terceiros que são afetados por esta população escrava do CRACK, os quais devem ter seus direitos também garantidos. Se as CTs tiverem oferecerem de qualidade e humanizado, como sei que muitas possuem, receberem incentivo governamental para isso, esta saída não deve ser desconsiderada, lembrando que os investimentos governamentais devem acontecer de forma redobrada as CTs e também às Politicas Públicas de prevenção, para que assim estas CTs não se tornem meros depósitos de usuários.

Sandra R.Catapan January 30 2013 11:00 am

Concordo plenamente contgo!

hilton24/01/2013 3:00

Tudo será disseminado em favor daqueles que um certo dia tiveram suas vidas doadas ao tráfico de influências morais, psíquicas, físicas, pois nada permanece para sempre. Creia, lembre-se, há um Ser maior que tudo o que há e que não se satisfaz com a dor do próximo, amém.

Cristiane S.24/01/2013 9:04

Resumo da ópera: precisa dizer que com a Copa do Mundo a limpeza está sendo feita? "Lixo Social" ficar "escondido"? Alguém lembra da ação da Polícia Militar na cracolândia entre o início e metade de 2012 (afinal o tempo está apertando)? Tem algum profissonal aqui que sabe fazer leitura subjetiva de movimento grupal? E ainda é conivente? Saiam deste movimento "alienado" e entendam o que estamos fazendo. Não sejamos mais um seguindo o rebanho. Cuidem de criar e lutar por politicas de atendimento especializado, ao invés de querer a melhor cidade da copa, crie grandes estruturas de desenvolvimento e saúde, melhores condições. Se não houver a base consistente a cada 1 que está em processo de recuperação surge mais 30 e mais de 90% não terá resultado (valores meramente ilustrativos). Então vamos parar com este mecanismo de defesa e de exclusão ao diferente que reside em cada um de nós. Há casos que uma intervenção é necessária … mas esta atitude em massa é obvio que não, pois não há critério de avaliação (e que não é feito da noite para o dia e envolve normalmente mais de uma instância para discutir e decidir)… é nossa obrigação em premissa observar um fato de maneira tecnica, percebe-se que muitos discursos são altamente "emocionais" de conteúdos pessoais e não tecnicos. Confesso que eu já me questionei quanto a necessidade de intervenções compulsórias, mas algo questionado o tempo todo, e não vazio de significado, como: "eles são difíceis de lidar, tem que internar mesmo" ou "o trabalho é feito com o nosso melhor, internem que serão bem atendidos", coisas destes tipo que chegam a ser infantis.

Neto January 31 2013 11:28 am

Olá Cristiane,

Primeiramente devo dizer que entendo e respeito seu ponto de vista, no entanto, as coisas não são bem assim, sair pegando qualquer um e colocando em internação compulsória. Existe uma avaliação feita caso a caso para que haja a internação.

Concordo 100% que a solução é a base, educação, saude, pois se não houver base você pode curar um e mais 90 surgem como você disse e eu concordo, mas então o que fazer com as pessoas que estão passando por essa situação hoje?

Da mesma maneira que parece infantil para você alguém defendendo "o trabalho é feito com o nosso melhor, internem que serão bem atendidos" o que você dá a entender é que "o trabalho será horrível e serão muito mal atendidos" cai na mesma vala e chega a ser um desrespeito com nossos profissionais que se encontram nos CTs. E ao invés de uma discussão em prol de uma melhor solução ficamos em uma guerrinha politica sobre quem está certo um lado apontando o dedo para o outro e não sairemos nunca do lugar.

Espero que tenha entendido meu ponto de vista =)

Abraços.

arnaldo February 22 2013 01:44 am

Comentário aguardando moderação.

Sandra R. Catapan30/01/2013 10:57

Sou psicóloga há 19 anos. Não vou assinar. NÃO CONCORDO C/ O MANISFESTO. Já trabalhei e fiz curso na área de Dep.Química. Sei o quanto o DEPENDENTE PERDE SUA AUTONOMIA durante o USO DE DROGAS e a maioria prefere não se tratar, justamente pq a dependência é tamanha que a droga está em 1º lugar na sua vida. Ele está cego,surdo e mudo.Nós é que devemos lhe trazer à realidade. Agora pergunto, ISSO É VIDA?????????? Justamente por ter trabalhado c/ dependentes é que APROVO A POLÍTICA DE INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA. QUE JÁ VEM TARDE P/ A CRACOLÂNDIA!!!

Isabella30/01/2013 14:07

Eu digo SIM à internação compulsória. Os profissionais deste Conselho vivem em que mundo? O de Alice???

Neto31/01/2013 11:18

Acredito que seja melhor experimentar alguma coisa do que não fazer nada. As pessoas que querem mudar o mundo seja para o bem ou para o mal sempre encontraram resistencia, se um governo passa sem nenhuma polêmica nesse sentido de ação, provavelmente é porque não batalhou em nenhuma frente critica social.
Violar o direito humano do cara que está dormindo na rua, se drogando, roubando e muitas vezes violando o direito de outro ser humano com roubo e violência para ter dinheiro para se drogar? Se não a internação compulsória, o que então? Gente internação compulsória não é cadeia nem prisão de tortura, é uma maneira de devolver um ser humano a sociedade, alguém que já perdeu tudo e se vocês tivessem contato com famílias de drogadas em situação critica como eu tenho veriam que as famílias são favoráveis.

Vamos apoiar nossos profissionais que estão nessa frente para salvar vidas.

Pelas manifestações aconselho o Conselho a repensar sua posição e apoiar nossos profissionais nessa jornada, que pode não dar certo, mas não devemos pecar por omissão em um caso tão delicado e triste como o das drogas.

@psicologarj200604/02/2013 23:09

Devemos nos ater , não a posições extremas, mas sim, devemos antes de tudo, rever a nossa postura enquanto príofissionais da saúde psíquica e não PENSARMOS QUE SOMOS MÉDICOS , pois a maturidade deve fazer parte do pleno exercício de nossa profissão, e gostaria de reforçar aquilo o que Anita colocou no início deste debate, que é o RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS, onde aqui no Brasil, muitas falhas graves foram encontradas em clínicas de idosos e em algumas instituições que atendem a menores infratores, funcionando de forma absurda , fora completamente dos padrões humanos e baseado nisso, creio que devamos levar essa bandeira da ética e da escuta , e não confundir os papéis de psicólogos e psiquiatras , onde muitos pensam que são médicos e acabam confundindo seus papéis na sociedade.
Tudo quanto for forma de exclusão, de ditadura, de autoritarismo, devemos repensar nossas atitudes e posturas profissionais. Cabe ao juíz julgar a situação de internação desses menores e junto com um equipe interdisciplinar, intervirem separadamente , sem misturar ou juntar todos em uma mesma condição.
Acredito no trabalho do psicólogo com enfoque humanista para lidar melhor com essas questões e não posturas imaturas e se achando "médicos".
Vamos rever nosso papél de profissionais da saúde psíquica do ser humano em sua totalidade.
Vamos rever nossa postura de julgar e enquadrar esses casos.

@psicologarj200604/02/2013 23:15

Precisamos de um espaço de voz para discutirmos esse tema. Na verdade, não podemos confundir nosso papel de psicólogos e de psiquiatras. Devemos nos respaldar nos princípios éticos, morais e humanos para trabalharmos essas questões e que caibam aos juízes , julgar cada caso em separado para não generalizar-se uma questão de observância dos Direitos Humanos e saber aonde entra um profissional interdisciplinar, e como lidar com essa questão de uma forma muito particular, pois neste país, tudo merece fiscalização criteriosa, e isto poderia ser melhor avaliada pelo CFP, em conjunto com profissionais da área jurídica para melhor chegar-se a um consenso devido e respaldado no respeito a individualidade de opinião e de conduta terapêutica.

@psicologarj200605/02/2013 0:09

Devemos nos ater , não a posições extremas, mas sim, devemos antes de tudo, rever a nossa postura enquanto príofissionais da saúde psíquica e não PENSARMOS QUE SOMOS MÉDICOS , pois a maturidade deve fazer parte do pleno exercício de nossa profissão, e gostaria de reforçar aquilo o que Anita colocou no início deste debate, que é o RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS, onde aqui no Brasil, muitas falhas graves foram encontradas em clínicas de idosos e em algumas instituições que atendem a menores infratores, funcionando de forma absurda , fora completamente dos padrões humanos e baseado nisso, creio que devamos levar essa bandeira da ética e da escuta , e não confundir os papéis de psicólogos e psiquiatras , onde muitos pensam que são médicos e acabam confundindo seus papéis na sociedade.

Heraclio Arcoverde05/02/2013 11:54

Como psicólogo acho lamentável a postura do CFP, agindo em nome de uma categoria sem que ela pudesse discutir em profundidade o assunto. Venho a público declarar que o CFP, apoiando a petição, NÃO EXPRESSA A OPINIÃO DE TODA A CATEGORIA.

Eugênio06/02/2013 11:29

O que também preocupa está para alem do que venha a ser "menos pior" e sim para as medidas que, quase sempre vão e estão de encontro aos programas de estado e não de governos. Vejo nesses casos a dificuldade como justificativa para que se venda facilidades. Pois passa-se ao "emergencial" ao ter de fazer algo imediatamente. A primeira vista qualquer ação parecerá mais do que conveniente, mais do que necessária e então se poderá ter a impressão de que algo está sendo feito. vejo certos movimentos em prol das internações compulsórias com essa compreensão de que algo está sendo feito. Sim, é verdade, algo está sendo feito, mas para quem, para que? Não se discute um antes (como chegamos até aqui), um durante ( o que e quem faz para alimentar a máquina politica e governamental que sustentam a prática remediativa e não preventiva (- deixar acontecer e remediar dá mais lucro – ) e, um depois. Qual a qualidade dos equipamentos, porque governos permanecem não cumprindo deverem, básicos de assistência a saúde e a educação ? Há dinheiro, há Projetos e Programas. Mas não há envolvimento social para exigir e responsabilizar os governos ( executivos e principalmente legislativos das diversas instancias, municípios, estados e federação). Ações contra os direitos humanos e direitos civis nem sempre começam em rompante, são insidiosas e se instalam bem fundamentadas, justificadas e como resposta ideal para uma emergência, para o "caos". E assim surgem e ressurgem ideologias totalitárias, fundamentalistas e socialmente desejadas para combaterem o "suposto mal" que não passa de sintoma, de sinal. Que tal trocarmos "polícia" por "política", "remediação" por "prevenção", "projetos de um governo" com duração de 2 ou 8 anos por "Programas de Estado" com compromissos para 20, 40, 60 anos ? Leis temos das mais avançadas, basta articulação social para que sejam regularmente e integralmente cumpridas.

Eugênio06/02/2013 11:31

O que também preocupa está para alem do que venha a ser "menos pior" e sim para as medidas que, quase sempre vão e estão de encontro aos programas de estado e não de governos. Vejo nesses casos a dificuldade como justificativa para que se venda facilidades. Pois passa-se ao "emergencial" ao ter de fazer algo imediatamente. A primeira vista qualquer ação parecerá mais do que conveniente, mais do que necessária e então se poderá ter a impressão de que algo está sendo feito. vejo certos movimentos em prol das internações compulsórias com essa compreensão de que algo está sendo feito. Sim, é verdade, algo está sendo feito, mas para quem, para que? Não se discute um antes (como chegamos até aqui), um durante ( o que e quem faz para alimentar a máquina politica e governamental que sustentam a prática remediativa e não preventiva (- deixar acontecer e remediar dá mais lucro – ) e, um depois. Qual a qualidade dos equipamentos, porque governos permanecem não cumprindo deverem, básicos de assistência a saúde e a educação ? Há dinheiro, há Projetos e Programas. Mas não há envolvimento social para exigir e responsabilizar os governos ( executivos e principalmente legislativos das diversas instancias, municípios, estados e federação). Ações contra os direitos humanos e direitos civis nem sempre começam em rompante, são insidiosas e se instalam bem fundamentadas, justificadas e como resposta ideal para uma emergência, para o "caos". E assim surgem e ressurgem ideologias totalitárias, fundamentalistas e socialmente desejadas para combaterem o "suposto mal" que não passa de sintoma, de sinal. Que tal trocarmos "polícia" por "política", "remediação" por "prevenção", "projetos de um governo" com duração de 2 ou 8 anos por "Programas de Estado" com compromissos para 20, 40, 60 anos ? Leis temos das mais avançadas, basta articulação social para que sejam regularmente e integralmente cumpridas.

marli13/02/2013 22:04

Maria Anita, trabalho na aerea, de dependencia quimica e tenho certeza que o Ministro Padilha não sabe o sofrimento de uma familia com um doente em estado avançado da dependencia.
Eles não podem ter o livre arbitrio de se tratar se nem eles acreditam neles.
E colocam suas vidas e de seus familiares em risco.
E por outro lado tem muitos faturando em cima da desgraças dos outros e muitos não é caso de compulsoria.

Abraços

Brisa Meline21/05/2013 10:25

Contribuindo com minha opinião, não serei tão ingênua em dizer que os políticos possuem apenas a intenção de resolver esse problema social, claro que há o interesse de mostrar ao mundo que o Brasil tem a capacidade de resolver suas dificuldades internas e transmitir mais segurança para os visitantes. A questão é que se dispertaram para buscar uma solução. Lembrando que a internação compulsória continua sendo para casos extremos, onde a droga já comprometeu o córtex pré-frontal do cérebro e o indivíduo não possue mais a capacidade de tomar alguma decisão em favor de sua vida, afetando até mesmo as de outrem e esse bem deve ser protegido! A internação já é aplicada e a novidade é a agilização do processo, onde representantes do Judiciário farão plantão. No entanto, tratando-se do Brasil, esse procedimento também deve ser fiscalizado, assim como todos os outros trabalhos realizados no país.

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